Os primeiros sensores
Iniciamos com projetos de coleta de dados via OBD-II para pequenas frotas. Aprendemos, na prática, o que separa um protótipo de um sistema que sobrevive ao dia a dia da estrada.
Sobre a Orquelyx
Nascemos na interseção entre a indústria automotiva e o desenvolvimento de software. Não somos uma consultoria genérica que também faz projetos de carro — construímos, desde o início, para o mundo que anda sobre rodas.
Começamos em 2014, com uma pergunta simples: por que os dados que o veículo já produz raramente chegam a quem precisa deles?
De lá para cá, o carro virou um computador sobre rodas, a frota virou uma rede e a oficina virou um ponto de dados. O problema, porém, continuou o mesmo — informação valiosa presa em sistemas que não se falam. É esse vão que a Orquelyx existe para fechar.
Trabalhamos com montadoras, redes de concessionárias, transportadoras e startups de mobilidade. O tamanho do projeto muda; a disciplina de engenharia, não.
Não entregamos slides. Entregamos sistemas que rodam em campo, com o veículo em movimento e a operação dependendo deles.
O que nos guia
Nossa trajetória
Não crescemos por marketing. Crescemos por sistemas que continuaram funcionando depois da entrega.
Iniciamos com projetos de coleta de dados via OBD-II para pequenas frotas. Aprendemos, na prática, o que separa um protótipo de um sistema que sobrevive ao dia a dia da estrada.
Lançamos nossa primeira arquitetura de telemetria em nuvem, capaz de tratar milhões de eventos por dia sem perder o dado que importa: o que indica uma falha antes dela acontecer.
Passamos a tratar segurança funcional e proteção de dados como requisito de projeto, não como remendo. A adequação à LGPD entrou no coração da nossa engenharia.
Ampliamos o time de firmware e passamos a desenvolver módulos embarcados com atualização remota, reduzindo a dependência de recalls físicos para correção de software.
Hoje reunimos diagnóstico, telemetria, conectividade e integração em uma única camada de software — o produto de uma década aprendendo com a estrada.
Como trabalhamos
Ninguém assina um projeto sem entender o que será feito. A descoberta vem primeiro, sempre, e o escopo é claro o suficiente para caber em uma página.
Um sistema que roda com o veículo em movimento não pode falhar por moda técnica. Escolhemos ferramentas que a equipe do cliente consiga manter depois.
Código, documentação e dados ficam com quem contratou. Sem dependência artificial, sem cofre trancado. Transparência é regra, não cortesia.
Combinamos as métricas de sucesso no início do projeto. Se não dá para medir, não vale como promessa.
O projeto não acaba no deploy. Acompanhamos indicadores e mantemos o sistema vivo enquanto a operação depender dele.
Explicamos decisões em linguagem que a diretoria e a oficina entendam. Uma boa arquitetura também se explica bem.
Comece por uma conversa curta. Ouvimos o cenário, apontamos caminhos e dizemos com honestidade se somos a equipe certa.